Leitura e escrita
Ler, se aprende lendo. Escrever também se aprende escrevendo.
Moacyr Scliar já dizia:
Todos os dias eu sento e escrevo, mas nunca com o mesmo número de horas. Primeiro, leio, leio, depois escrevo e muita coisa jogo fora, pois, acho que a cesta de lixo é a grande amiga do escritor.
Gilberto Gil, só começou a ler depois que ganhou o livro de sua avó sobre a história de Monteiro Lobato.
Rubem Alves – educador, escritor e teólogo -“A literatura é um processo de transformações alquímicas.” O escritor transubstancia sua carne e seu sangue em palavras e diz a seus leitores:”Leiam! Comam! Bebam! A experiência literária é um ritual antropofágico. Antropofagia não é gastronomia. É magia! Eu mesmo sou o que sou pelos escritores que devoro... E se escrevo é na esperança de ser devorado pelos meus leitores. ( A Beleza dos Pássaros em vôo” –Rubem Alves).
O jornalista e escritor
Fernando Bonasse questionava;”Mas ..., com quantos livros se faz uma pessoa? Livros de tabuada pra conta calculada. Livros de lazer pra quem tem muito o que fazer. Livros de direito pra homens de respeito. Livros de reza quando a coisa pesa. Livros em liquidação para leitores sem condição, Livros de oratória, de culinária, de psicanálise. Livros de etiqueta pra pôr a mesa. Livros sádico, trágicos cômicos e míticos. Livros pro alimento do espírito dos editores. Livros pra vaidade dos escritores. Livros especiais, espaciais. Livros de informática são livros de computador. Livros de condolências são livros cheios de dor..., enfim, são livros, que ensinam a ler
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